Autor da lei que tornou o crustáceo Patrimônio Cultural e Imaterial de Sergipe, vice-governador se reuniu com pesquisadores da UFMG em Aracaju

Zezinho junto com alunas do entro de Excelência José Figueiredo Barreto e pesquisadores da UFMG. Foto: Heidy Souza
Prestes a completar quatro anos de vigência, a Lei Nº 9.071, que declara o caranguejo como Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado de Sergipe, o vice-governador Zezinho Sobral recebeu pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que estão em Aracaju para conhecer um projeto da rede pública estadual que fará parte do caderno de narrativas que reúne experiências exitosas da educação integral e profissional. Zezinho Sobral foi o autor do Projeto de Lei no ano de 2022, quando esteve deputado estadual, que reconheceu o crustáceo como um dos principais símbolos do turismo gastronômico e da identidade cultural sergipana.
A visita foi motivada por uma pesquisa desenvolvida por estudantes e professora orientadora do Centro de Excelência de Educação Profissional José Figueiredo Barreto, localizado na capital. O trabalho, intitulado “Das cascas de caranguejo no lixo à biocerâmica no laboratório”, transforma resíduos de caranguejo provenientes de bares da orla de Atalaia, e que seriam descartados, geralmente, de forma inapropriada, em biocerâmica processada em laboratório. A iniciativa, que já acumulou prêmios e grande destaque em feiras de ciências nacionais e locais, será uma das vitrines de Sergipe na publicação da UFMG. O projeto leva a assinatura da professora orientadora Darcilayne Martins e das estudantes Maria Caroline Damázio Matos Rodrigues, Vivian Luciana Chantel Sena, Aline Ferreira Santos, Lyvia Beatriz Bezerra Santana e Inara Fernanda Albino Santos.
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| Autor da lei que tornou o crustáceo Patrimônio Cultural e Imaterial de Sergipe, vice-governador esteve com pesquisadores da UFMG em Aracaju. Foto: Heidy Souza |
Para o vice-governador, ver o patrimônio cultural sergipano se transformar em inovação científica pelas mãos de estudantes e professores da escola pública é a maior prova do sucesso do modelo de ensino do estado. “É motivo de muito orgulho ver que o caranguejo, que há quatro anos protegemos por lei como a maior expressão da nossa identidade cultural, hoje também inspira a ciência e o futuro dos nossos jovens. O projeto dessas estudantes mostra a força da nossa educação em tempo integral. Elas pegaram uma tradição que está no nosso DNA e, com muita criatividade e pesquisa, transformaram o que seria lixo em uma solução inovadora, levando o nome de Sergipe para o Brasil”, destacou Zezinho Sobral.
O documento é uma ação do Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Grupo TEIA da UFMG que pesquisa sobre Tecnologia, Educação Integral e Cidadania da Faculdade de Educação (FaE). Neste ano, eles estão desenvolvendo um caderno de narrativas com as 25 Experiências Inspiradoras em 2026 da Educação Integral em Tempo Integral.
Fonte: Com informações da Secretaria de Estado da Educação (Seed)
Foto: Heidy Souza

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